Blog de Maria Angela


23/10/2009


 

Quando a madrugada entrou eu estendi o meu peito nu sobre o teu peito
Estavas trêmula e teu rosto pálido e tuas mãos frias
E a angústia do regresso morava já nos teus olhos.
Tive piedade do teu destino que era morrer no meu destino
Quis afastar por um segundo de ti o fardo da carne
Quis beijar-te num vago carinho agradecido.
Mas quando meus lábios tocaram teus lábios
Eu compreendi que a morte já estava no teu corpo
E que era preciso fugir para não perder o único instante
Em que foste realmente a ausência de sofrimento
Em que realmente foste a serenidade.

Vinicius de Morais

Escrito por Maria Angela às 23h25
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21/10/2009


Boa Noite Anjo

 

Te amo

 

Como dizer que TE ODEIO

Se na verdade TE AMO

 

Como dizer que te esqueci

Se na verdade só PENSO EM TI

 

Como dizer que não Te DESEJO

Se meu desejo na verdade é te dar um BEIJO

 

Como dizer que não te Quero

Se morro por te Querer

 

Como dizer que Vivo Por Viver

Se na verdade Vivo Pq Amo Vc

 

Escrito por Maria Angela às 21h29
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04/10/2009


 

Escrito por Mara às 10h47
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21/09/2009


continuação ...

  1. A DEMANDA REPRIMIDA

    A  mudança do regime político em abril de 1964 não fez retroagir a procura de Ensino Superior, ao contrário, fê-la avançar.

    Processos que se seguiram após o Golpe Militar de 64:

    Crescimento da população urbana: favorecimento do latifúndio modernizado pelo capitalismo no campo fez que pequenos proprietários perdessem suas terras e se mudassem para a cidade;

     Industrialização: baseada nas grandes empresas públicas e multinacionais, utilizavam uma burocracia grande e complexa, na qual os títulos escolares desempenharam crescente função discriminatória em termos de administração e promoção dos funcionários;

    Monopolização: grandes empresas monopolistas industriais beneficiaram das altas taxas de acumulação de capital.

    Aumento das camadas médias, em termos absolutos: as famílias das camadas médias passaram a valorizar o trabalho da mulher em ocupações que não as do magistério,  para as quais a escolarização em grau superior tornava-se um requisito.

    A redefinição do papel da mulher como trabalhadora no âmbito extradoméstico;

    A elevação dos requisitos educacionais para preenchimento dos cargos nas burocracia pública e privada: a  medida que as pessoas escolarizadas candidatavam-se para os empregos existentes, levava os empregados de volta à escola em busca de diplomas de grau superior para fazerem frente à competição atual ou potencial com jovens concorrentes.

    Por tudo isso, a demanda pelo ensino superior, que vinha aumentando bastante desde meados de 1940, acelerou ainda mais seu crescimento.

    EXCEDENTES: Apesar do ambicioso decreto de Goulart que previa duplicar as matrículas no primeiro ano das escolas superiores das áreas de saúde e tecnologia, como recompensa das camadas médias ao Golpe de Estado,  e por indicação do MEC passou a induzir as universidades federais a aumentarem as vagas, principalmente nas grandes cidades e nos cursos de Medicina e Engenharia, estes eram cursos de alto custo, e predominantes nos estabelecimentos públicos A crescente procura os fazia apresentar as mais elevadas relações entre o número de candidatos e o de vagas:

    ·         Medicina: 6,3 e 8,3 no período 1964/68

    ·         Engenharia: 3,6 e 4,7 no mesmo período

    ·         Enquanto isso, para os demais cursos o número de candidatos mal passava de 2.

    Para quase todos os cursos havia  sempre pendente a questão jurídica-política dos “excedentes”.

    Nas grandes cidades, era comum passar de 10 ou mais candidatos por vaga nos vestibulares às escolas de medicina e de engenharia. A legislação dos exames vestibulares dava margem a interpretar a aprovação – isto é, a nota igual ou superior a cinco.

    Com base nas interpretações possibilitadas pela legislação e nos precedentes de matrículas “excedentes”, alguns juízes deferiam os mandatos de segurança, as escolas ficavam obrigadas a receberem esses candidatos , aprovados mas não matriculados, improvisando recursos materiais e humanos, principalmente para os cursos de Medicina e Engenharia, nos quais eram exigidos instalações e professores difíceis de se improvisar. As soluções encontradas punham à mostra as deficiências do Ensino Superior.

    A política do Estado pós-64 não visava beneficiar as camadas médias, de cujos extratos mais baixos saíam os “excedentes”, mas ao capital monopolista, assim quando o governo precisou de capital para investimentos não hesitaram em cortar as verbas das universidades e protelar a entrega de verbas constantes no orçamento.

    Com mais alunos e menos recursos as Universidades Federais, sobre as quais recaía boa parte de excedentes, viam seu ensino deteriorar-se a cada semestre. Estavam saturadas.

    Não eram muitos excedentes na Escola de Medicina de Manaus, nem os beneficiados pelo Acordo Cultural Brasil-Portugal de 1966, que igualava as condições de ingresso nos cursos superiores em um país para os egressos do ensino médio do outro.

    O Acordo promulgado aqui pelo decreto 62.646, de 3 de maio de 1966, estipulava equivalência de estudos.

    Em 1971, o decreto 69.271, de 23 de setembro, promulgou protocolo adicional do Acordo que fechava um pouco as possibilidades abertas anteriormente. É possível que essa mudança tivesse sido provocada pelas taxas de reprovação dos estudantes brasileiros: ao fim do ano letivo 1967/68, dos 200 alunos que foram à Lisboa, só 13 foram aprovados nos exames de primeira época, dos 50 que estavam no Porto, só 15 passaram.

    Embora o problema que mas se destacava no panorama do ensino superior brasileiro fosse os candidatos sem vagas, havia setores para os quais o problema era o contrário vagas sem candidatos, era o caso dos estabelecimentos de ensino agrícola.

    Para atrair alunos (a política governamental e a Usaid), surgiu uma das mais curiosas medidas: “lei do boi” lei 5.465, de 3 de julho de 1968: Os estabelecimentos de ensino agrícola de ensino médio e as Escolas Superiores de Agricultura e Veterinária, mantidas pela União, destinariam metade de suas vagas a “candidatos agricultores ou filho destes, proprietários ou não de terras, que residissem com suas famílias na zona rural e outros 30% das vagas aos candidatos nessas condições, mas que residissem em cidades ou vilas que não possuíssem ensino médio.

    Logo que esse privilégio foi generalizado, não poucos candidatos interessados apenas no diploma de nível superior, qualquer que fosse, passaram a buscar escola técnicas agrícolas  ou com vantagem imediata atestados de residência na zona rural.

    Todas as medidas foram apenas paliativas. Havia cada vez mais pretendentes recusados do que admitidos nas instituições de Ensino Superior. A medida que o movimento estudantil ganhava força, alimentado pela demanda reprimida e condições de ensino insatisfatórias, generalizava-se a idéia de que todo o Ensino Superior precisava passar por uma reforma geral.  

    CONCLUSÃO: Todo esse cenário ocorrido no período da ditadura militar nos faz necessário em qualquer modelo de governo o apoio à educação, não é através da repressão e da imposição das forças armadas que um país se dobrará ou se deixará abater. Em outros termos, não é preciso administrar regimes ou governos para controlar consciências.

Escrito por Mara às 22h32
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Modernização do Ens Superior pós 64

A MODERNIZAÇÃO INSTITUCIONALIZADA

ORIENTAÇÃO ECONOMICISTA - Transformar as tradicionais instituições de ensino superior em instituições modernas era cogitado pelos técnicos do novo regime. Nesse sentido, o PAEG – Programa de Ação Econômica do Governo – 1964/1966, elaborado sob a direção de Roberto Campos , consistiu no detalhamento que o IPES – Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos, que havia sido elaborado para o país antes de 1964 como alternativa às reformas de base.

A educação passou a ser oficialmente definida como “capital humano”,  razão de sua inclusão como item de um plano de ação econômica, elaborado pelo  Ministério do Planejamento e da Coordenação Econômica.

A orientação economicista do plano diz ser necessário refrear o ritmo de “multiplicação desordenada no setor de formação profissional sistemática”. Seria necessário abandonar o critério da demanda social, que teria presidido a expansão superior, por um critério econômico regionalizado, que levasse em conta 3 (três) setores da produção:

·          As condições mínimas de organização;

·         Estruturação, e

·         Sistema de financiamento e recursos financeiros.

Mesmo com o esforço de todas as repartições para a expansão do ensino superior, o PAEG julgava haver um déficit de vagas. Arbitrou apenas: jovens de uma certa faixa etária das cidades de um certo porte poderia ter reconhecido seu direito de candidatura ao Ensino Superior. Admitiu a necessidade de um aumento de 180 mil matrículas até 1970.

Cidades com mais de 50 mil habitantes                            1aluno matriculado para cada 100 habitantes.

Ou

1 matrícula para cada 11 habitantes de 20 a 24 anos.

Assim previa a matrícula de 300 mil alunos no ensino superior em 1970, cerca de 3 alunos por 1.000 habitantes.

A orientação economicista da PAEG articulava-se com as perspectivas dos novos detentores do poder no campo educacional.

Aberta no dia em que se comemorava o primeiro aniversário do Golpe de Estado, a I Conferência Nacional da Educação organizada pelo INEP, reuniu toda a cúpula da burocracia educacional, além de membros de entidades nacionais e internacionais. O tema era a coordenação de recursos e de medidas para o desenvolvimento da educação nacional, enfatizando a articulação do Plano Nacional de Educação com os panos nacionais. Para isso, recomendava-se também, a mobilização da “cooperação e das experiências internacionais para assistência técnica ao planejamento. Referiam-se à USAID (Agência Interamericana de Assistência Técnico e Financeiro), à OEA e à UNESCO e as técnicas e modelos do “Manpower Aproach” utilizados no Projeto Mediterrâneo, e do conceito de capital humano, já empregados pelo PAEG.

O PNE, de 1962, foi revisto em 1965, manteve os objetivos anteriores no tocante ao Ensino Superior de se admitir nesse grau até 1970, pelo menos metade dos concluintes de grau médio em 1969, e de se manter pelo menos 30% de professores e alunos em regime de tempo integral. A revisão de 1965, retratando o ganho de força dos setores privatistas do novo regime, passou a destinar 4% dos recursos do Fundo Nacional do Ensino Superior para bolsas de estudo e residências de estudantes, e 5% para subvenções às universidades e estabelecimentos isolados particulares. (Não deixou de haver resistência no CFE ao aprofundamento da orientação privatista – em 8 de março de 1965 um estudo do Conselheiro Durmeval Trigueiro, propunha só se dar subsídio a escolas que estivessem de acordo com o Plano Nacional de Educação.)

A partir desta data, a proporção de recursos públicos transferidos ao setor privado só se fez aumentar, a ponto de ser, em 1974 uma razão apontada pelo General Accounting Office do Governo dos Estados Unidos, por intermédio do Usaid, 39% dos recursos públicos dispendidos com o ensino do grau superior consistiam em subsídios a escolas particulares.

As idéias do IPES – Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais a respeito das “reformas de base” foram aprofundadas no Simpósio sobre a reforma da educação promovida de dezembro de 1964 a janeiro de 1965.  O modelo proposto para o Ensino Superior brasileiro era o vigente nos Estados Unidos, às vezes difratado pelos países europeus ou oculto pelos países ocidentais. Propunha-se copiar ou adaptar vários aspectos, como os Colleges e os Teachers’ Colleges. O curso de graduação deveria ser fragmentado em três:

·         Bacharelado superior                     

·         Licenciatura

·         Doutorado

O primeiro equivalente ao College, seria a primeira graduação universitária, obtida em 3 (três) anos ou em faculdades isoladas de Filosofia, Ciências e Letras. Como objetivo fornecer base de conhecimentos, suficientes para o exercício de um cem números de profissões não especializadas, mas de nível superior, em atividades secundárias e terciárias.

Os Teachers’ Colleges tinham como base a extração de dentro das: FFCL das Faculdades de Educação ou Escolas Normais Superiores, teriam seus cursos divididos em dois ciclos:

·         O primeiro ciclo formaria bacharéis em Ciências da Educação

·         O segundo ciclo a Licenciatura capacitação profissional para o ensino de matérias: Artes, das Letras, das Ciências Físicas e Matemáticas, das Ciências Naturais e Biológicas, das Ciências Sociais, etc.

ORIENTAÇÃO PRIVATISTA - A estrutura das melhores universidades norte-americanas era colocada como a que deveria orientar a reforma das brasileiras. Naquelas condições a direção seria dividida entre dois conselhos:

·         O técnico-científico com representantes da reitoria e do corpo docente

·         Administrativo com representantes do “mundo-econômico-social” inclusive de organizações privadas, contribuintes financeiros.

Os estudantes estavam representados apenas em nível de Departamentos, dos Institutos e das Faculdades, por meio de “professores conselheiros” ou de colegas eleitos, mas sem direito de voto.   

A presença de Raymundo Moniz de Aragão no Ministério da Educação, no governo Castello Branco (em março de 1967), abriu caminho para que a Reforma das Universidades Federais  se modernizasse nos padrões da Universidade de Brasília. Esses padrões organizacionais das universidades norte-americanas estavam presentes no Instituto Tecnológico de Aeronáutica e na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto.

O Decreto Lei 53 de 08 de novembro de 1966 traçou princípios e  normas de organização das universidades federais, calçados nas “Diretrizes para a Reforma da Universidade do Brasil”, de 1962. Não foi mera coincidência que um dos membros  mais influentes da comissão, que elaborou essas diretrizes e o Ministro da Educação que assinou com o presidente da República o decreto-lei de 1966, fossem a mesma pessoa.

 O decreto-lei trazia a fragmentação das faculdades de Filosofia, Ciências e Letras, e a criação de uma unidade voltada para a formação de professores para o Ensino Médio e de Especialistas em Educação – Faculdade (ou Centro) de Educação.

De todas as mudanças estruturais, a de mais grave conseqüência foi a divisão do espólio das faculdades de Filosofia,  Ciências e Letras.

Contrariando a idéia que orientou essa dimensão da Reforma Universitária, professores pesquisadores e estudantes das mais diferentes áreas reuniram-se na SBPC – Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (em atividades que, sem eliminar a progressiva especialização) a fim de recuperar o caráter  interdisciplinar do conhecimento e a colaboração acadêmica.

 

Escrito por Mara às 22h32
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17/09/2009


 

 

Escrito por Mara às 22h07
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16/09/2009


Escrito por Mara às 23h03
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15/09/2009


 

Pequeno eu procura pequeno tu

 f

a-------------o

r-----------------------r

a--------------------------------m

p------------------------------------------a

------------------------------ -----------------                    ---  -r

pequeno nós

Escrito por Mara às 22h57
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07/09/2009


 

 

Prece Romântica...
 

 

 

Tão doce a tarde que passamos juntos

 

Apreciando um céu de andorinhas...

 

E a brisa leve do outono amigo

 

Acompanhava todas preces minhas...

 

Preces clementes para o Bom Pastor

 

Abençoar a nossa união,

 

Que nosso ninho seja puro amor,

 

Que nos tornemos um só coração...


Escrito por Mara às 10h47
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06/09/2009


 

Compreendi que viver é ser livre...
Que ter amigos é necessário...
Que lutar é manter-se vivo...
Aprendi que o tempo cura...
Que mágoa passa...
Que decepção não mata...
Que hoje é reflexo de ontem...
Que os verdadeiros amigos permanecem...
Que dor fortalece...
Aprendi que sonhar não é fantasiar...
Que a beleza não está no que vemos,
e sim no que sentimos...


Escrito por Mara às 13h33
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28/07/2009


 

Poema do amigo aprendiz


Quero ser o teu amigo. Nem demais e nem de menos.
Nem tão longe e nem tão perto.
Na medida mais precisa que eu puder.
Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida,
Da maneira mais discreta que eu souber.
Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar.
Sem forçar tua vontade.
Sem falar, quando for hora de calar.
E sem calar, quando for hora de falar.
Nem ausente, nem presente por demais.
Simplesmente, calmamente, ser-te paz.
É bonito ser amigo, mas confesso é tão difícil aprender!
E por isso eu te suplico paciência.
Vou encher este teu rosto de lembranças,
Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias...

Fernando Pessoa

Escrito por Mara às 17h36
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20/07/2009


Hoje agradeço aos meus amigos que me empurram para a vida! sempre!

Felicidades a nós pela nossa amizade sincera de sempre e para sempre!

Escrito por Mara às 21h48
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Perguntei a um sábio,
a diferença que havia
entre amor e amizade,
ele me disse essa verdade...
O Amor é mais sensível,
a Amizade mais segura.
O Amor nos dá asas,
a Amizade o chão.
No Amor há mais carinho,
na Amizade compreensão.
O Amor é plantado
e com carinho cultivado,
a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida
companheira.
Mas quando o Amor é sincero
ele vem com um grande amigo,
e quando a Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo
ou uma grande paixão,
ambos sentimentos coexistem
dentro do seu coração.

William Shakespeare

feliz dia do amigo!

Escrito por Mara às 21h35
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19/07/2009


Trabalho da pós - Pesquisa

 

TÍTULO: A TRANSIÇÃO DO ALUNO DO ENSINO MÉDIO DA REDE ESTADUAL PARA UM CURSO DE ADMINISTRAÇÃO


1. JUSTIFICATIVA:

 

Como profissional da educação da Rede Estadual lido com a preocupação dos alunos do terceiro ano do Ensino Médio quanto ao  ingresso à universidade em particular  ao curso de Administração, o mais procurado por eles.

 

2. PROBLEMA DE PESQUISA:

 

Como evitar a infantilização dos alunos com a transposição dos métodos pedagógicos da Educação básica para um curso universitário em Administração?

 

3. OBJETIVOS:

 

Entender o comportamento do aluno perante os constantes desafios que este enfrenta na vida acadêmica.

Propor uma discussão sobre os aspectos que o leva a esse comportamento.

 

 

 

 

Escrito por Mara às 22h11
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15/10/2008


Acorda cedo, sai às pressas
para chegar na hora certa,
ele é o professor.

Na escola ele ensina:
Geografia, Português,
Matemática, História, Inglês
e espera o resultado
em ver todos aprovados.

Ele é o professor.

Se dedica com amor
à profissão que abraçou,
pois desde cedo queria
ter um espaço na vida
e ser um grande professor.

Aqui fica o meu recado,
por tudo, muito obrigado,
pelo que foi ensinado
por você, meu professor.

de Jarluse Maria de Moura

 

 


Escrito por Mara às 07h58
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